#VEJAMercado | O aumento do imposto de importação sobre mais de mil produtos colocou a indústria no centro da discussão — e o consumidor no radar. Para o economista e professor da FGV, André Braz, a medida tem dois lados bem claros: pode dar fôlego a setores nacionais, mas também pode pressionar preços se não vier acompanhada de ajustes estruturais. E, em economia, intenção não paga boleto.<br /><br />Para Marcus Pestana, diretor-executivo da IFI (Instituição Fiscal Independente), a medida pode ser um “tiro no pé”. A indústria nacional não consegue substituir rapidamente máquinas e equipamentos importados. O empresário continuará comprando de fora, só que mais caro. Resultado? Mais arrecadação para o governo, pouca modernização produtiva e custo maior na cadeia.<br /><br />Saiba mais em #VEJA. <br /><br />#imposto #economia #importação <br /><br />—————————————————————————<br /><br />Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN<br /><br />Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/<br /><br />SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:<br />Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/<br />Facebook: http://www.facebook.com/Veja/<br />Twitter: http://twitter.com/VEJA<br />Telegram: http://t.me/vejaoficial<br />Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/<br />TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja
